climasfera

Acerto medido

A Climasfera compara o que previu com a chuva, a temperatura e a geada que de fato aconteceram, e o risco de fogo com o do INPE e com os focos de calor. Aqui aparece só o que já foi medido, com o período, os pontos e a referência de cada medição. Onde ainda não há medição, dizemos isso.

Medição mês a mês

Carregando as medições…

Teste anterior ao lançamento

Teste próprio de agosto de 2026, com 93 dias em 4 regiões produtoras, comparando o previsto com o observado:

Como ler os prazos longos

De 29 a 120 dias a previsão é tendência do mês, com confiança indicativa. Chutar entre "mais seco", "normal" e "mais chuvoso" acerta 1 vez em 3 (33%). Onde a previsão tem sinal, ela faz melhor que isso; onde não tem, fica perto do chute. Estudos com esse tipo de previsão mostram acerto melhor no Nordeste e no Sul, onde o El Niño e a La Niña pesam mais. No Brasil Central, a tendência de chuva de 2 a 4 meses quase não supera o normal da época (Osman, Coelho e Vera, Climate Dynamics, 2021): ali, use os prazos longos como indicação, e os de até 14 dias para decidir.

Como medimos

Na medição mês a mês, o observado vem da análise dos modelos de alta resolução, a mesma usada na estiagem. No teste retroativo, da reanálise ERA5 do Copernicus. As duas usam as quadrículas da previsão (cerca de 110 km até 14 dias e 220 km depois); numa propriedade, a temperatura pode diferir da quadrícula, sobretudo em vale ou serra.